Do início de 2024 até o fechamento desta segunda-feira (5), o dólar já disparou 18,31%. A moeda norte-americana encerrou o dia cotada a R$ 5,7412, depois de ter ultrapassado a barreira dos R$ 5,86 durante o pregão.
A disparada se intensificou nos últimos dias, em meio ao receio de uma recessão econômica nos Estados Unidos. Mas entram na equação uma longa preocupação com o cenário fiscal brasileiro e a intensificação dos conflitos no Oriente Médio.
A alta do dolar é um “veneno” para as cadeias produtivas, que sobe o custo de produção e desemboca em uma inflação mais forte. Além do preço mais alto de produtos e insumos importados, há impacto em commodities, por exemplo, que passam a ser exportadas e reduzem a oferta por aqui.
A desvalorização recente do câmbio e a piora das expectativas obrigaram o Comitê de Política Monetária (Copom) a ser mais duro no comunicado de sua última decisão sobre os juros, para não deixar a inflação brasileira sair do controle.
Com informações do G1


































































