O ex-ministro gaúcho Eliseu Padilha, 77 anos, morreu por volta das 23h de ontem, segunda-feira (13) no Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre. Internado desde fevereiro por causa de um câncer descoberto no estômago em 2018, ele deixa esposa, seis filhos e cinco netos. O velório será aberto ao público no Palácio Piratini, entre 10h e 17h desta terça, antes de cerimônia restrita a familiares em um crematório da Capital.
Nascido em Canela (Serra Gaúcha) e se mudou para Tramandaí (Litoral Norte), onde aprofundou suas atividades políticas pelo MDB, ao mesmo tempo em que passou a atuar no ramo da construção civil. Diplomou-se em Direito pela Universidade do Vale do Sinos (Unisinos) e elegeu-se prefeito (1989-1992).
Foi também secretário estadual no início da gestão do governador Antonio Britto e deputado federal de forma ininterrupta no período de 1995 a 2011, período em que se tornou um dos parlamentares mais influentes do Congresso Nacional.
Foi também ministro dos Transportes durante o governo do presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) e depois comandou a Secretaria Nacional de Aviação Civil em 2015, penúltimo ano do governo de Dilma Rousseff (PT). Em seguida, chefiou a Casa Civil ao longo de toda a gestão de seu correligionário Michel Temer à frente do Palácio do Planalto (2016-2018).
















































