O Brasil chegou à terceira derrota consecutiva nas Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2026 após ser superado por 1 a 0 pela Argentina, na noite desta terça-feira (21) no estádio do Maracanã. Com este revés, a seleção brasileira passa a ocupar a 6ª posição da classificação com sete pontos.

Para a Argentina, que contou com o craque Lionel Messi no seu 11 inicial, provavelmente em sua última partida oficial no Maracanã, a vitória representou a manutenção da liderança na classificação, com 15 pontos.

Voltando a apostar em uma formação com apenas dois homens no meio e quatro atacantes, a equipe comandada pelo técnico Fernando Diniz começou lutando muito e igualando o jogo diante dos atuais campeões mundiais. Com isso, o que se viu na primeira etapa foi uma partida com poucas oportunidades de lado a lado. A melhor delas foi justamente do Brasil, aos 43 minutos, em chute da entrada da área de Gabriel Martinelli.
Após o intervalo o confronto continuou parelho, mas a Argentina conseguiu chegar ao gol da vitória em jogada de bola parada. Aos 17 minutos do primeiro tempo, Lo Celso cobrou escanteio e Otamendi subiu muito para ganhar no alto e cabecear com precisão.
A situação da seleção se complicou de vez aos 36 minutos, quando Joelinton foi expulso após dividir bola com De Paul e o juiz entender que o brasileiro acertou o argentino no rosto em marcação muito contestada.
Diante de um panorama tão negativo, parte da torcida brasileira presente começou a expor sua insatisfação ao cantar “time sem vergonha” para uma seleção brasileira que pela primeira vez na história sofreu uma derrota em casa nas Eliminatórias Sul-Americanas.
O treinador da Seleção Brasileira, Fernando Diniz, lamentou o resultado. “Foi um jogo de dois times tradicionais, muito fortes. A gente teve um número de finalizações parecido, mas o Brasil levou muito mais perigo do que a Argentina. O resultado, eu achei bastante injusto hoje.”
O Brasil criou algumas oportunidades de gol ao longo da partida, mas não aproveitou as chances. Diniz reforçou que, apesar do revés, a equipe teve um dos melhores desempenhos sob seu comando.
“Se considerar a rivalidade, a Argentina em um momento de muita confiança, time campeão do mundo há menos de um ano, a gente com um time bastante mexido. Acho que se a gente considerar todas as variáveis. se não foi o melhor, foi um dos melhores jogos.”






























































