A semana que passou foi marcada por cenas em Brasília que afetam o setor produtivo brasileiro – o agro. A Via Campesina, braço do MST, invadiu a sede da Aprosoja Brasil, da Abramilho e da Abrass depredando a fachada do edifício, com um suposto protesto pela falta de alimentos, mas o que as imagens mostram que o ato seria contra o governo Bolsonaro.
A Aprosoja e a Abramilho emitiram nota repudiando a invasão e pedem providências das autoridades. A nota destaca que: “os argumentos utilizados pelos invasores, de que soja não vai ao prato, é de uma ignorância impressionante. Diz a nota da Aprosoja que ao contrário do que dizem e entender os invasores em suas pichações, a soja e o milho produzidos na mesma área são fundamentais para a produção de carnes, leites, óleos, ovos e derivados.
O grão também é utilizado na produção de medicamentos, cosméticos, tintas, colchões, pneus e até biodiesel, combustível ecológico que contribui para a redução de efeitos causados pela poluição nos centros urbanos.
O plantio de soja contribui com a geração e a manutenção de milhões de empregos no campo e, principalmente, nos centros urbanos, graças a toda uma cadeia complexa de comércio, serviços e de logística que se torna necessária com a produção rural.
Os insumos utilizados no campo (máquinas, implementos, pneus, fertilizantes e defensivos) são produzidos e preparados nas cidades, assim como tudo que é produzido no campo vai parar nas gôndolas dos supermercados, nas cidades onde estão as indústrias instaladas.
Manifestações como estas que ocorreram na sede da Aprosoja Brasil não constroem nada de bom e são o oposto do que a sociedade brasileira precisa neste momento, que é de união, serenidade e equilíbrio para superar os efeitos da pandemia e da crise econômica que se seguiu, gerar empregos, combater a fome e cuidar dos mais vulneráveis. E é com este espírito que nos revestiremos para seguir trabalhando”, conclui a nota.
Fonte: Ascom Aprosoja Brasil / Fecoagro/SC




































