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QUEBRANDO LINHAS

Vitória

               O Grêmio venceu a LDU em Quito no jogo de ida das oitavas de final da Copa Sul-americana. Jogando no Equador o time azul deu mostras de como será armado pelo histórico treinador gaúcho, com treinadores passados apostando em um futebol mais propositivo, onde a proposta era em trabalhar a maior parte do tempo em função do controle da bola, envolvendo o adversário, tirá-lo do lugar para que os espaços aparecessem, e com troca de passes chegar a zona de arremate, o Grêmio de agora tende a ficar menos com a bola, linhas baixas de marcação, por vezes uma linha de cinco homens na defesa e apostando na saída rápida (assim foi o gol).

                Logicamente a altitude pode ter interferido no plano de jogo, contudo o que foi apresentado é um tricolor mais reativo, focado em primeiro defender, fechando todos os espaços ao adversário e quando de posse da bola, um ataque direto. Com o passar das partidas poderemos ter a certeza da modificação do modelo de outrora ou se foi uma saída apenas para esse jogo.

Argentina Campeã

                 A Argentina depois de 28 anos sem título conquistou a Copa América 2021. Com gol de Di Maria, em falha do lateral esquerdo brasileiro Renan Lodi e saída esquisita do goleiro Ederson. Depois de muito tempo e até pensar em abandonar a seleção Leonel Messi, enfim, ganha um título com a camisa de seu país.

                 Pelo lado verde e amarelo o que fica de amostra é o grupo médio que possui a equipe brasileira, porém, nada muito diferente do que é visto mundo á fora. A copa do mundo que se avizinha será de uma seleção brasileira pragmática com um grande expoente. Quem sabe com tempo de preparação adequado, Tite consiga extrair o suficiente para que o Brasil conquiste o sexto título o que de momento parece bem distante.

Itália Campeã

                   O jogo começou do jeito que a Inglaterra sonhava, casa lotada, torcida em seu favor em maioria e gol logo no início. Era o roteiro perfeito para sair da longa espera sem caneco. Mas, havia uma Itália no caminho.

                    A tetracampeã mundial não se abalou com o gol sofrido logo aos 2 minutos marcado por Luke Shaw, pelo contrário a azurra partiu para cima dos donos da casa, com maior posse de bola a equipe liderada pelo técnico Mancini esbarrava na boa defesa inglesa, com uma linha de cinco jogadores na defesa a Inglaterra não deu espaços de infiltração da área, fazendo com que a Itália apostasse nos chutes de longa distância. O primeiro tempo acabou com vitória parcial do time de Gareth Southgate, treinador dos súditos da rainha. Com a volta do segundo tempo a Itália consegue seu gol em jogada de bola parada, depois de um escanteio o zagueiro Bonucci empurra para o fundo do gol.

                     Depois de algumas oportunidades para ambos os lados a final seria decidida nos pênaltis onde brilharia a estrela do goleiro italiano Donnarumma que defendeu duas cobranças. Southgate errou, optou por escalar três jovens jogadores para cobranças, dois entraram somente para a cobrança. Era hora dos mais experientes, não de garotos sem aquecimento adequado. A fila da Inglaterra só aumenta.

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