A defesa da influenciadora digital Mariana Ferrer ingressou com habeas corpus na última quarta-feira, dia 20, com liminar pedindo a anulação de todo o processo em que o empresário estuprador André Camargo Aranha foi o primeiro e o segundo. A primeira instância foi absolvida.
Os advogados de Mariana querem mostrar o que acreditam ser a ex-parcialidade do juiz Rudson Marcos, que absolveu o arguido em primeiro grau em setembro de 2020. No dia 7 de outubro, o empresário foi novamente absolvido, desta vez pelo Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJ-SC).
No Habeas Corpus, os advogados Júlio César Ferreira da Fonseca e Mônica Borges Prata reclamam dos Santos que os documentos a que teve acesso o relatório foram anexados à audiência principal do processo pelo Juiz Rudson Marcos um dia antes da audiência de 7 de outubro de 2021, para que as partes não possam comentá-los. No contexto de uma avaliação permeada pela boa-fé processual, fornece indícios concretos do viés na condução do processo, em particular a partir da audiência fatídica da vítima.






















































